sexta-feira, 19 de junho de 2015

Educação Infantil - Plano de Aula

Plano de Aula


Local: 
Professora: Isabella Cristina Ribeiro da Mata
Turma: 5 anos

PLACAS DO COTIDIANO


Objetivo(s) 
- Conhecer a função da sinalização no dia a dia.
- Levantar hipóteses, confrontar ideias e buscar informações para interpretar símbolos.
Tempo estimado : Três meses. (Iniciar na semana do trânsito)
Material necessário 
Material para registro (lápis, canetinha, giz de cera, tesoura e cola), manuais de trânsito etc.
Desenvolvimento 
1ª etapa 
Inicie a atividade perguntando às crianças sobre as placas e os sinais encontrados em diversos locais. De quais elas se lembram? Onde viram? O que querem dizer? Faça um passeio com elas pela escola com a proposta de observar as sinalizações, pensando sobre o que acham que cada uma quer dizer. Peça que escolham uma para registrar, reproduzindo o desenho e indicando o significado.
2ª etapa 
Planeje com a turma um passeio pelo bairro para observar a sinalização. Durante a caminhada, questione os pequenos sobre o significado dos símbolos que encontram. Lembre-se de reservar momentos de paradas para que eles possam fazer registros. Ao voltar para a escola, sugira que os complementem com a ajuda das informações dos colegas e pendure as produções no mural da sala.
3ª etapa 
Proponha uma exposição das placas no mural e incentive a organização delas de acordo com o formato e a cor. Explique que essas variáveis são um indicativo da função. Leve material sobre o assunto, com imagens da sinalização com significados e categorização das funções - manuais de trânsito e o site trazem bons exemplos.
4ª etapa 
Lance a ideia de a turma criar placas que julguem importantes e necessárias para o bairro e para a escola. Comece levantando regras sugeridas pelas crianças e faça uma distinção entre as ideias divertidas e as de fato funcionais. Sugira que produzam sinalizações para a escola, traçando junto com elas um plano com etapas para a confecção dos sinais. Nesse processo, leve o grupo a conversar com funcionários e outras turmas da escola para colher sugestões de sinalizações úteis ao convívio. Use cartazes para elaborar as placas.
Avaliação 
Produto final 
Placas de sinalização.
Avalie se as crianças passaram a conhecer um número maior de placas, se sabem seu significado e se evoluíram na compreensão de como elas são feitas, que elementos utilizam e para que servem.



quinta-feira, 11 de junho de 2015

Pesquisando a realidade Brasileira

 Publicado em março de 2010





Publicado em Agosto de 2011







 Comentário após análise de algumas reportagens referente às metas do PNE:


O novo Plano Nacional de Educação (PNE) pode, em dez anos, universalizar a Educação Básica para crianças e jovens de 4 a 17 anos e alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade. Porém se o plano não sair do papel, vai se somar aos inúmeros projetos que enfeitam prateleiras com sonhos nunca concretizados. A nova edição do PNE parece ter ganho com os erros do passado, já que se encontra mais sucinto, contendo 20 metas (no anterior havia 295 metas), o que pode facilitar a sua execução e também fiscalização. Tal fato também permite com que ele seja discutido nas escolas, aumentando as chances de seus objetivos serem, de fato, compreendidos e também alcançados. Uma análise detalhada mostra que muitas  metas são bastante ambiciosas e que os desafios para cumpri-las serão enormes, mas devemos entender que essas metas são importantes para o país e analisamos quanto precisaremos avançar para, por exemplo, universalizar a educação pré-escolar e o Ensino Médio. Ou para alfabetizar todas as crianças até os oito anos de idade, expandir as escolas em tempo integral e melhorar o nível de aprendizado dos alunos.
Analisando a primeira meta do plano, que se refere à universalização do atendimento de crianças de 4 e 5 anos em escolas de educação infantil: pensamos então, teremos condições, de fato, de colocar todas as crianças brasileiras dessa faixa etária em escolas até 2016? Considerando que já estamos no ano de 2015.
Percebemos que foi, e está sendo um grande desafio quantitativo (podemos reconhecer que houve realmente o aumento da quantidade de construção de creches e CEMEIS nos últimos anos) mas há a  necessidade de definir um padrão nacional de qualidade, que torne o atendimento a todas as crianças brasileiras mais igualitário e equilibrado. Os dados disponíveis sobre a qualidade das nossas escolas de educação infantil mostram que temos ainda um longo caminho a percorrer. Quer dizer, não basta construir escolas infantis se não existirem recursos para mantê-las, nem um padrão de qualidade nacional definido que chegue a todos os municípios e todas as crianças do país.
A meta 2 - Universalizar o Ensino Fundamental de 9 anos para toda a população de 6 a 14 anos e garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE. Diante disso devemos observar a realidade, em que pouco mais da metade dos alunos no ensino fundamental concluem a escola até os 16 anos. Devemos perguntar: e o restante dos alunos, o que acontece? O que ocasiona a não permanência das crianças e dos jovens na escola? Para que essa meta de fato seja alcançada, essas perguntas devem ser respondidas. Será necessária a articulação entre as diferentes áreas educacionais, o currículo deve ter uma base comum, deve haver grupos de apoio aos alunos com dificuldades ao longo do ano escolar e não somente nos períodos de recuperação de notas, investir na formação continuada dos professores em contexto de trabalho para que mudem a relação dos alunos com o conhecimento, essas são algumas  medidas que podem trazer diferenças nos resultados desta meta.
Queremos que o PNE, não seja apenas uma declaração de intenções com poucas implicações práticas nas políticas implantadas – como é nossa tradição em planos educacionais.
Mais uma vez lembrando que já estamos no ano de 2015, e falta pouco tempo para as metas serem cumpridas.

Referências:

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/conheca+a+avaliacao+das+20+metas+do+plano+nacional+da+educacao/n1237877255719.html
Acesso em: 01/06/15

http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/novo-pne-muitas-emendas-podem-piorar-soneto-639756.shtml?page=0  Acesso em 01/06/15

http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/legislacao/pne-plano-nacional-de-educacao-537431.shtml Acesso em 01/06/15

sexta-feira, 15 de maio de 2015

UNDIME



O que é a Undime

Quando o tema é educação pública desenvolvida pelos municípios brasileiros, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) está sempre presente. Seja educação infantil, de jovens e adultos, alfabetização ou na educação para a paz. Temas como carreira e formação dos trabalhadores em educação, gestão democrática, políticas públicas sociais, articulação com os governos, a sociedade, a família, a criança e o jovem, são trabalhados constantemente pela instituição.

A Undime é uma associação civil, sem fins lucrativos, constituída no dia 10 de outubro de 1986. Sua sede se localiza na capital da República, em Brasília. De lá é coordenada toda a rede de participação de seus membros e seccionais, dando destaque às ações que tenham por objetivo central a formulação de políticas educacionais.

A sua missão é articular, mobilizar e integrar os dirigentes municipais de educação para construir e defender a educação pública com qualidade social.

Por meio da Undime, as secretarias municipais de educação podem estabelecer redes solidárias de troca de informações e experiências. Dessa forma, a Undime proporciona aos seus representantes a oportunidade de integrações regional e nacional.

A Undime organiza e promove pesquisas, reuniões, seminários e fóruns voltados à educação pública, cidadã e de qualidade para todos e, além disso, mantém contatos com sindicatos, confederações, associações, organizações não governamentais, movimentos sociais, redes e demais entidades da sociedade civil, que tenham interesse no processo educacional. Estabelece, também, relações com as três esferas do poder público: Judiciário, Legislativo e Executivo, almejando contribuir para a formulação, promoção e acompanhamento de políticas nacionais de educação.

Ao longo de sua existência, a Undime legitimou-se como instância representativa da educação nos municípios brasileiros, desempenhando papel importante nos processos de discussão, formulação e implementação de políticas nacionais de educação. E se tornou referência nacional, especialmente quando se trata de ações objetivas que busquem a melhoria do ensino público brasileiro.

Comunicação Com vistas a uma melhor execução de seus serviços e uma maior divulgação de suas atividades, a Undime mantém as seguintes publicações:

Jornal Educação Municipal – publicado bimestralmente, dirigido a todos os municípios e a um grande número de instituições públicas e privadas;
Cadernos de Educação Municipal – publicações que veiculam matérias de interesse educacional, tais como legislação, gestão escolar, metodologias pedagógicas, experiências inovadoras de educação municipal, entre outros assuntos;
Undime Informa – boletim dirigido ao Conselho nacional de representantes.

Estrutura Organizacional A Undime sustenta-se com a participação dos dirigentes municipais de educação de todos os municípios brasileiros. Além de integrar as unidades estaduais – que se organizam com ampla liberdade de estrutura e funcionamento, ante a diversidade das realidades locais e regionais.

A Undime tem a seguinte estrutura:

Fórum nacional: é o órgão máximo deliberativo da entidade, do qual participam todos os Dirigentes Municipais de Educação do país. Reúne-se, ordinariamente, a cada dois anos ou, extraordinariamente, sempre que convocado pela diretoria executiva, ou pela maioria simples dos demais membros do conselho nacional de representantes.
Conselho nacional de representantes: Conselho nacional de compõe-se de quatro titulares e três suplentes eleitos nos fóruns estaduais, a cada dois anos, pelos Dirigentes Municipais de Educação de cada Estado.
Diretoria executiva: composta de doze membros, eleitos a cada dois anos. São eles: presidente, vice-presidente, secretário de coordenação técnica, secretário de articulação, secretário de assuntos jurídicos, secretário de comunicação e secretário de finanças. Conta, ainda, com um presidente de cada uma das regiões do Brasil. A diretoria é eleita pelos delegados e conselheiros de representantes, no fórum nacional.
Conselho fiscal: constituído de três titulares e três suplentes, também eleitos pelo conselho nacional de representantes no fórum nacional.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Políticas Públicas Educacionais

Mudança recente dos ministros da Educação


Quinto ministro da Educação de Dilma!
Renato Janine Ribeiro é o quinto ministro da Educação desde o início do primeiro mandato de Dilma Rousseff, em janeiro de 2011. Antes dele passaram Fernando Haddad, Aloizio Mercadante, José Henrique Paim e Cid Gomes, que deixou o cargo no último dia 18 após discutir com parlamentares na Câmara dos Deputados.
A presidenta da República Dilma Rousseff convidou, dia 27 de março, o professor doutor Renato Janine Ribeiro para assumir o cargo de ministro da Educação.
A posse do novo ministro foi no dia 6 de abril.
Perfil do novo Ministro:
Renato Janine Ribeiro tem formação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), mestrado pela Université Paris 1 Pantheon-Sorbonne, doutorado pela USP e pós-doutorado pela British Library. É professor titular de Ética e Filosofia Política da USP.
Tem 18 livros editados, além de inúmeros ensaios e artigos em publicações científicas. Em 2001, recebeu o prêmio Jabuti de melhor ensaio.
O novo ministro foi membro do Conselho Deliberativo do CNPq (1993-1997), do Conselho da SBPC (1997-1999), secretário da SBPC (1999-2001) e diretor de Avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) (2004-2008). Além disso, atuou como membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Estudos Avançados da USP e é membro do Conselho Superior de Estudos Avançados da FIESP.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2015/03/novo-ministro-da-educacao-renato-janine-ribeiro-ensinou-etica-na-usp.html.  Acesso em: 05/05/15

Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais


A missão que cabe à Secretaria de Estado de Educação (SEE), responde por planejar, dirigir, executar, controlar e avaliar as ações setoriais a cargo do Estado relativas à oferta da educação pública.
Do total de aproximadamente cinco milhões (4,84 milhões) de alunos da educação básica em Minas Gerais, 4,1 milhões (85%) estudam em escolas públicas. A rede pública estadual conta, atualmente, com 3.686 escolas estaduais, que atendem, segundo o EducaCenso/MEC, a 2.267.713 milhões de estudantes em todos os 853 municípios do estado — desde o 1º ano do ensino fundamental, no ensino médio e na educação de jovens e adultos, além de conservatórios de música, escolas de educação indígena, educação especial, escolas rurais, quilombolas e prisionais.
Deste total de alunos, 1,3 milhão de alunos estão matriculados no ensino fundamental e 736 mil no ensino médio. Os outros estudantes – aproximadamente 300 mil – estão matriculados no Programa de Ensino Profissionalizante (PEP) e na Educação de Jovens e Adultos (EJA). O Estado tem o maior número de escolas de ensino fundamental (1ª a 9ª série) e foi o primeiro Estado do país, a assegurar, a partir de 2004, o ingresso de crianças aos seis anos nas escolas públicas da rede estadual.
E Minas Gerais vem se consolidando como o Estado que tem a melhor educação básica do Brasil. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, coloca Minas nas primeiras posições entre os estados do país. De acordo com o Ideb, nos anos iniciais do ensino fundamental, o Estado está na primeira colocação e nos finais, na segunda. No ensino médio, Minas está entre os três melhores do país.
O bom desempenho é resultado de uma política continuada de investimentos na infraestrutura, em estratégias de aprimoramento da qualidade do ensino básico, de reconhecimento da importância dos servidores e de reconhecimento da importância estratégia da educação para a conquista da cidadania plena. E, em Minas Gerais, os sinais que indicam uma tendência de consolidação da qualidade da educação básica – que traduzem a assertividade da política educacional implementada no Estado – são encarados como uma motivação extra para enfrentar os muitos desafios ainda a ser conquistados.

Fonte: https://www.educacao.mg.gov.br/sobre/apresentacao . Acesso em: 05/05/15

Secretaria da Educação do Município de Frutal


 Secretário da Educação: José Luiz de Paula e Silva

Educar é tarefa que pressupõe concepções estruturadas na formação do homem, em interação
com o mundo. Neste conceito de sociedade escolar, existe a relação professor-aluno,
processo de ensino e de aprendizagem, metodologia, teoria pedagógica, didática e
 avaliação que fundamentam e dão sentido à educação.
Sendo assim, entende-se que a Escola é o lugar para se educar para a vida e
não apenas de dotar o aluno de conhecimentos científicos descontextualizados.
A escola deve ter como missão ajudar o seu aluno a ser capaz de raciocinar
por conta própria, ter valores, conhecer as artes, preocupar-se com a ética, enfim, dar-lhe instrumentos para que possa, usando os conhecimentos adquiridos, ser uma pessoa feliz.
Frutal apresenta firmes compromissos com a educação. Busca-se implementar
políticas voltadas para o desenvolvimento integral dos alunos em todos os
níveis e modalidades de ensino, independentemente de sua condição social,
 proporcionando-lhe sucesso na vida escolar, para a concretização do exercício
 pleno da cidadania na forma de ações sociais mais justas e humanas.
A educação em nosso município tem passado por um processo de
evolução constante. Houve um tempo em que as escolas rurais eram
 todas multisseriadas, com turmas diversas funcionando na mesma sala,
e que a escola era espaço de uma elite privilegiada.
Havia os colégios internos e os cursos de Normal para formar professoras,
preparando-as para lidar com as crianças no futuro. Houve um aceleramento
na oferta de vagas, a construção de novos prédios escolares por parte
do Governo Estadual, em meados dos anos 70. Em 1998, houve a
 municipalização das escolas estaduais de 1ª a 4ª séries.
A partir daí, muitos avanços e aprimoramentos têm acontecido
na rede municipal de ensino.
O principal objetivo da Secretaria Municipal de Educação
é o de atender as necessidades educacionais do município,
produzindo os resultados que os frutalenses desejam:
uma educação de qualidade para todos.

Fonte: 
http://www.frutal.mg.gov.br/Educacao/principios-e-valores-da-educacao-municipal.html. 
Acesso em: 05/05/15

E se eu fosse a secretária da Educação do meu Município?


Com certeza é uma grande responsabilidade ser secretário(a) da educação de um município! Pois  trata-se de um compromisso sério com todos os cidadãos, compromisso com o presente e o futuro de milhares de crianças e jovens.
A preparação e o estudo contínuo deve fazer parte do secretário(a) da educação, e acima de tudo o amor pela educação, ensino e aprendizagem.
Se eu fosse a secretária da educação de minha cidade, com certeza iria me preparar muito pra assumir esse compromisso, e como já acontece aqui, continuaria buscando parceiras para desenvolvimento de projetos pedagógicos, investiria  na formação continuada de professores, na constituição da gestão democrática  no  âmbito  das  escolas,  na  melhoria  das  condições  materiais  de  trabalho  e  da infraestrutura  da  escola e nas possibilidades de envolvimento das comunidades nas decisões da escola.


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Entrevista com Coordenadora Pedagógica

Segue abaixo, entrevista realizada com Coordenadora Pedagógica, conforme solicitado não foi citado nome da escola, nem da coordenadora.
Espero que gostem!











quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Rotinas da Educação Infantil

Centro Educacional Pequeninos de Jesus
Educadora: Poliane Ribeiro
Educação Infantil - 2º Período

Durante os 5 dias que participei, presenciei as atividades de rotina:
  • Oração/Músicas
  • Chamada/ Quantos somos?
  • Que dia é hoje?
  • Atividades lúdicas e pedagógicas
A educadora desenvolveu nestes dias o projeto: "Turma do Mickey", com o objetivo de proporcionar aos alunos uma aprendizagem divertida, onde eles aprenderam brincando com o auxílio das atividades lúdicas para fixar  alfabeto e os numerais.

Primeiro dia (11 de agosto de 2014)

No primeiro dia a educadora apresentou aos educandos o filme: "Mickey volta ao mundo", em seguida fez uma apresentação da turma do Mickey, construindo junto com os alunos um mural com todos os personagens. No final da aula foi feito a brincadeira "Pão na casa do João" no qual foi falado os nomes dos alunos, seguindo a ordem alfabética.

Segundo dia (12 de agosto de 2014) 

A educadora realizou com os alunos ditado dos numerais, letras do alfabeto e vogais. Em seguida foi realizado uma aula de artes, na qual foi feito fantoches da Minnie e Mickey. No final da aula, a educadora levou os educandos para brincadeiras no "parquinho".

Terceiro dia (13 de agosto de 2014)

Foram construídos dois "quebra-cabeças" da turma do Mickey, que representava o alfabeto e os numerais. Para reforçar foi cantado a música da Xuxa "Alfabeto" e a música da Galinha Pintadinha "Mariana conta". No final da aula todos os alunos foram brincar com o quebra-cabeça construído.

Quarto dia (14 de agosto de 2014)

A Educadora reforçou o ensino do alfabeto e dos numerais com atividades pedagógicas de coordenação motora fina e montou um varal das atividades desenvolvidas naquele dia. No final da aula, levou as crianças para quadra, e fez a brincadeira "Galinha do Vizinho".

Quinto dia (15 de agosto de 2014)

Neste dia foi realizado a pintura de incentivo do Mickey e da Minnie; passeio pelo Centro de Educação Infantil com as lembrancinhas (orelhinhas do Mickey e da Minnie). No final da aula a educadora fez "massinha" na cor preta (fixação da cor), todas as crianças ao irem embora, foram caracterizadas de Mickey e Minnie, finalizando o Projeto Turma do Mickey

____________________**___________________

Percebi, que a Educadora Poliane com estas atividades:
  • treinou a escrita e leitura do alfabeto, 
  • escrita e leitura de números, 
  • promovia a interação e participação dos alunos,
  • desenvolvia a coordenação motora, percepção visual, percepção auditiva, raciocínio lógico
  • estimulou a concentração
  • trabalhou a identificação de consoantes e vogais
  • e principalmente promoveu aos alunos a alegria de aprender.
Em conversa com a Educadora sobre a avaliação, ela disse que foi feito uma avaliação contínua, observando a todo momento a aprendizagem dos alunos.

Gostei muito do Projeto realizado pela Educadora, percebi que os objetivos foram alcançados, e que as crianças sentiram prazer em aprender, pois Poliane conseguiu transformar as "Rotinas da Educação Infantil" em algo prazeroso de ser realizado.
Apesar de sentir um pouco de dificuldade referente ao tempo para realizar a atividade, foi muito bom associar a teoria com a prática.

Alunos Educação Infantil - 2 ºPeríodo (CEPJ) - Fonte: Arquivo Pessoal
Alunos Educação Infantil - 2 ºPeríodo (CEPJ) - Fonte: Arquivo Pessoal
Alunos Educação Infantil - 2 ºPeríodo (CEPJ) - Fonte: Arquivo Pessoal
Agradeço a colaboração da Educadora Poliane Ribeiro, e do Centro Educacional Pequeninos de Jesus.