quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Brincadeiras e experiências corporais lúdicas em minha infância

Buscando na memória as lembranças dos melhores momentos de minha vida, que, com certeza, são os momentos vividos na infância, a época doce e mágica, onde tudo parecia ser encantado, não posso deixar de lembrar do que mais marcou essa fase da vida: as brincadeiras.
Todos os dias eram dias de brincar, todos os lugares eram lugares de brincar! As brincadeiras ensinadas pelos pais, aquelas que passam de geração em geração, como: esconde-esconde, pique pegue, balança caixão…, também as brincadeiras que inventávamos: Elefantinho cor-de-rosa, passa anel, pique no ar… Não importava qual seria a brincadeira, mas se um amigo chegava e falava: “vamos brincar?” o convite sempre era aceito na hora. Hoje vejo o quanto essas brincadeiras nos ajudou a construir amizades e a conviver com o próximo, aceitando suas diferenças, suas opiniões.
As brincadeiras e jogos lúdicos dentro da escola, no momento da aula, também são vivas em minha memória, e como não seriam, se me ensinaram tanto! Me lembro bem do “material dourado” para aprender dezenas, centenas…, os bingos que ensinavam as sílabas, os “caça-palavras”, já quase na adolescência o “jogo de botão” que ensinou números negativos e positivos. Ah! E a educação física, momento de interação com várias brincadeiras, lembro-me bem de uma gincana que realizamos no quarto ano, foi tão divertido!
Quando busco minha infância em minha memória percebo que as brincadeiras e os jogos lúdicos ficaram bem marcados em minha vida, e eles me ensinaram muito: a conviver, socializar, a me conhecer e também conhecer a matemática, o português e tantas outras disciplinas… Só tenho a agradecer a escola, aos meus professores, meus pais e a todos os amigos daquela época, por terem feito de minha infância uma infância especial.

               Na foto eu e minha irmã, melhor parceira de brincadeiras.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Conteúdos e Metodologias da Matemática II

Atividade V – Unidade 3 – Medidas de comprimento, área, volume, capacidade e massa.
Faça uma análise das charges abaixo e liste informações, conceitos entre outros pontos importantes a cerca do estudo de medidas de comprimento, área, volume, capacidade e massa por você evidenciados


UNIDADE DE COMPRIMENTO

  • Medir é comparar grandezas da mesma natureza. No ensino desses conteúdos há três objetivos principais. O primeiro é fazer com que as crianças saibam o que será mensurado: o peso de um objeto, a capacidade de um recipiente, o comprimento de um espaço ou o tempo. O passo seguinte é escolher o instrumento adequado a cada situação para, por último, decidir que unidade expressa o resultado.
  • Uso de métodos não-usuaisna verdade, já utilizados pelas crianças em situações cotidianas
  • Criou-se uma convenção para as unidades de comprimento. Do maior ao menor: quilômetro, hectômetro, decâmetro, metro, decímetro, centímetro e milímetro. Seus símbolos são respectivamente: km, hm, dam, dam, m, dm, cm, mm.


UNIDADE DE VOLUME

  • Definimos volume como o espaço ocupado por um corpo ou a capacidade que ele tem de comportar alguma substância.
  • Associamos o metro cúbico a três dimensões: altura x comprimento x largura.
    As unidades de metro cúbico são: quilômetros cúbicos (km³), hectômetros cúbicos (hm³), decâmetros cúbicos (dam³), metros cúbicos (m³), decímetros cúbicos (dm³), centímetros cúbicos (cm³), milímetros cúbicos (mm³). Observe a tabela e os métodos de transformação de unidades de volume:

De acordo como Sistema Internacional de medidas (SI), o metro cúbico é a unidade padrão das medidas de volume. Um metro cúbico (1m³) corresponde a uma capacidade de 1000 litros. Essa relação pode ser exemplificada em conjunto com a Geometria, através de um cubo com arestas medindo 1 metro.





UNIDADE DE ÁREA

O cálculo de áreas é uma parte da Geometria que possui uma variedade de aplicações no cotidiano. A área pode ser calculada através do produto entre duas dimensões do plano: comprimento x largura ou base x altura. Existem algumas expressões algébricas matemáticas que são associadas a figuras geométricas, possibilitando o cálculo de suas áreas. As unidades usuais de áreas, de acordo com o SI (sistema internacional de unidades), são as seguintes:

km² = quilômetro quadrado
hm² = hectômetro quadrado
dam² = decâmetro quadrado
m² = metro quadrado
dm² = decímetro quadrado
cm² = centímetro quadrado

Quilômetro Quadrado Hectômetro Quadrado Decâmetro Quadrado Metro Quadrado Decímetro Quadrado Centímetro Quadrado Milímetro Quadrado
km² hm² dam² dm² cm² mm²
1000m x 1000m = 1.000.000m² 100m x 100m =10.000m² 10m x 10m  = 100m² 1m x 1m    = 1m² 0,1m x 0,1m = 0,01m² 0,01m x 0,01m = 0,0001m² 0,001m x 0,001m =0,000001m²


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Jogo: Bingo das Sílabas Simples




 INSTRUÇÕES

  Peças:

·        Cartelas preenchidas previamente, com sílabas simples.
Quantidade de cartelas: de acordo com o número de alunos / e ou duplas
Este jogo contém 24 cartelas
·        Saquinho, para sorteio
Quantidade: 1
·        Fichas com as sílabas que constam nas cartelas.
Quantidade: 20
Este jogo trabalhará com as seguintes sílabas:
BA BE BI BO BU
FA FE FI FO FU
LA LE LI LO LU
MA ME MI MO MU
·        Tentos
Quantidade: vários, para marcar as sílabas sorteadas e que constam na cartela.

FAIXA ETÁRIA

  
 De 5 a 6 anos alunos em processo inicial de alfabetização.

 COMO JOGAR 

As crianças podem jogar o bingo individualmente ou em duplas.
Cada criança ou dupla recebe uma cartela.
Para começar, combine com eles as regras do jogo:

A lógica do bingo de sílabas é a mesma do jogo com números. Cada criança recebe uma cartela com algumas sílabas.
A cada rodada, o professor, que será o mediador, sorteia uma sílaba e pede que os alunos a procurem na cartela, se tiver, o aluno irá marcar com um tento o quadrinho onde ela está.
Lembrar as crianças que:
·         Se NÃO houver na cartela a sílaba sorteada, NÃO pode marcar outra.
·  Quando um participante marcar em todos os quadrinhos, deverá dizer rapidamente e bem alto – BINGO! Assim, mostrará que é o vencedor(a).

Observação: O Professor deverá trabalhar de acordo com o nível das crianças. Por exemplo:
NÍVEL I – Ao sortear uma sílaba, por exemplo (BA) dizer: - “B” e o “A” = “BA” e escrever na lousa para que as crianças possam visualizar a sílaba.
NÍVEL II – Ao sortear uma sílaba, por exemplo (BA) dizer apenas o som da mesma = “BA”.
Recomenda-se que na Educação Infantil utilize os dois processos, treinando primeiramente com o nível I e depois passando para o Nível II.
OBJETIVOS DOS JOGOS (INTENÇÃO EDUCATIVA):
 
Desenvolver a percepção visual, auditiva, reconhecer as sílabas e identificar palavras com as sílabas sorteadas.

Importante: a partir do momento em que as crianças puderem perceber que as palavras são compostas por letras, poderão também começar a compreender que as palavras são compostas por sílabas, isto é, cada um dos impulsos sonoros que formam as palavras quando pronunciamos. Em linhas gerais, sílaba é cada pedacinho da palavra quando pronunciamos.

  Aspectos Gráficos do jogo:
Tamanho das cartelas: 30x10
Tipo das letras das cartelas: Fonte Arial, caixa alta, tamanho 54.
Observação: Recortar as cartelas impressas, e colar numa cartolina para que a mesma fique mais firme e resistente. Em seguida plastificar.
As cartelas deverão ser decoradas, a fim de ficar mais atrativa para as crianças.
Caixa onde o jogo: BINGO DAS SÍLABAS SIMPLES será guardado: caixa encapada, estilo maleta.

Jogo produzido por: Isabella Cristina Ribeiro da Mata














sexta-feira, 27 de maio de 2016

Planejamento Educacional

  

Para uma aula de Planejamento educacional nada melhor do que uma aula bem planejada. Foi isso que ficou marcado na aula do dia 30 de abril, tanto os slides elaborados pela Professora Gláucia Soares Barbosa onde nos mostrou de forma sucinta e clara todo o conteúdo que seria trabalhado durante toda a disciplina, bem como as explicações da Professora Maria de Lourdes, que desde o primeiro momento deixou bem claro a importância de se planejar “não planejar é perder tempo e perder dinheiro”, com essa frase a professora já causou aquele impacto e despertou o interesse de toda a turma.
Nesta aula compreendemos que o planejamento educacional é de fundamental importância para que se atinja êxito no processo de ensino-aprendizagem.
Planejamento de aula, planejamento de ensino e o planejar um projeto onde o “conhecimento é visto como um processo global, construído numa relação entre os aspectos cognitivos, emocionais, sociais, através do qual o aluno aprende a fazer fazendo”.
Falar em projetos sempre deixa nós estudantes meio assustados, mas a professora Maria de Lourdes nos mostrou como é criar esse projeto, através de situações que surgem dentro da própria sala de aula por meio de curiosidades, perguntas das crianças sobre assuntos propostos pelo professor ou pelas próprias crianças. Dessa forma passamos a enxergar o Projeto a ser trabalhado em sala de aula como algo estimulante tanto para o professor como para os alunos, e na verdade não há nada de assustador em se colocar em prática um projeto em sala de aula.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Pedagogia Empresarial





Nos tempos atuais, com a globalização, as empresas voltam suas atenções para um mercado cada vez mais competitivo; surgindo assim novas dificuldades com relação à formação do profissional qualificado, onde o comportamento humano deve ser conduzido em direção a um objetivo determinado. No sistema global das organizações, uma das maiores dificuldades é a gestão de pessoas e controle da aprendizagem continuada que possibilite o desenvolvimento e sobrevivência da empresa num cenário tão competitivo.
A empresa precisa ser um espaço não apenas de trabalhos repetitivos ou sequenciais, mas um lugar onde possa permitir ao colaborador uma aprendizagem continuada, sistematizada, organizada, e criativa, onde esse profissional possa crescer e assim levar a empresa a progredir com seus produtos e serviços. As pessoas necessitam desenvolver habilidades e melhorar seu desempenho, possibilitando assim novas responsabilidades e principalmente proporcionar satisfação pessoal. Para que tudo isso seja o ideal para o progresso de qualquer atividade lucrativa, o Pedagogo contribui de maneira decisiva e eficaz neste processo.
A Pedagogia, como ciência e arte da Educação, se envolve neste novo cenário dentro das organizações. Dessa forma o Pedagogo é o profissional que sabe organizar, programar e dinamizar recursos de aprendizagens, articulados com as necessidades de cada profissional de sua organização, pois este é o profissional com formação adequada para desenvolver projetos de qualificação e reeducação; sendo denominado de “Pedagogo Empresarial”.
O Pedagogo Empresarial, pode ter o foco de seus conhecimentos direcionado de duas formas: no funcionário ou no produto da empresa. No primeiro caso sua atenção e responsabilidade ficam focadas na criação de projetos educacionais que possam facilitar e viabilizar o aprendizado de cada funcionário na organização, estas atividades estão relacionadas ao departamento de recursos humanos, onde o Pedagogo poderá verificar quais as necessidades de aprimoramento de cada setor e departamento dentro da empresa, aplicando método pedagógico e adequando-o para a performance.
Já no segundo caso o Pedagogo atuará em empresas que trabalham exclusivamente com educação, como editoras, sites e organizações não governamentais (ONGS), podendo assim com seu potencial de conhecimento chegar a ser um consultor nesta vasta área de negócios.
As empresas passaram a se preocupar não só com treinamento, mas com educação também. Reconhecendo que a Pedagogia aumenta a eficácia desse treinamento e, com certeza, levará os negócios da empresa ao sucesso.
Assim sendo o Pedagogo pode ser requisitado pelas empresas e proporcionar a elas qualidade de trabalho, produtividade, desenvolvimento, informação, comunicação dentro das práticas educativas.
O Pedagogo Empresarial surge como um alicerce para atender as organizações em todo o contexto onde há necessidade da formação humana.


Referência:
CAGLIARI, D. O Pedagogo Empresarial e a Atuação na Empresa. 2009. Disponível em : <http://falandodeeducacaogeral.blogspot.com/2009/10/pedagogia-empresarial.html>. Acesso em 27 de abril 2016.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Linguagem Matemática e a Língua Materna





Enquanto disciplinas, Matemática e Língua Materna parecem ser o oposto uma da outra, para muitas pessoas quem gosta de matemática não gosta de estudar a língua materna, e assim vice versa, ou seja, esses saberes parecem tomar direções contrárias, contudo é possível afirmar que, ao longo do caminho do ensino, se relacionam de algum modo.
No conjunto das disciplinas escolares, a imagem social da Matemática é a pior possível, visto como um conhecimento essencialmente técnico, destinado à compreensão de poucos. Temos novamente mais uma dicotomia Matemática x Língua Materna no ambiente escolar, já que não se ouve falar de uma ‘fobia às letras’ ou a Língua Materna. Normalmente a Matemática é vista como algo perfeito, frio, inatingível; diferente da Língua Materna que constitui um saber familiar, acessível, transformado e reinventado por seus usuários. Então começa haver dentro da escola, uma divisão dos pólos do saber, generais na batalha humanas x exatas.
Essa relação acaba por dificultar o mais imediato objetivo da educação entendendo Matemática e Língua Materna como faces da mesma moeda: o conhecimento. Podemos citar como exemplo a leitura enquanto meio necessário em situações de aprendizagem, capaz de gerar novas compreensões e assim, conhecimento. Podemos considerar que, se o aluno tivesse mais fluência na leitura na Língua Materna, consequentemente seria melhor leitor nas aulas de matemática, facilitando a compreensão e, portanto, a aprendizagem. Sob esse aspecto, a leitura deve ser trabalhada como meio de buscar informações, aprender e, posteriormente, exprimir suas opiniões. Dessa forma, fica explícita a necessidade do trabalho com atividades que valorizem a leitura nas aulas de matemática.
É através do uso da Língua Materna que somos capazes de receber e processar informações matemáticas, bem como, esclarecer dúvidas, comunicar nossos resultados e propor soluções. Por um lado a língua materna é aquela na qual são lidos os enunciados, são feitos os comentários e a qual permite interpretar o que se o ouve ou o que se lê. Desse modo, depara-se com uma didática da Matemática envolvida com a Língua Materna.
Somos então surpreendidos por um processo educacional que necessita não somente de um profundo conhecimento matemático, mas que exige, também, uma rigorosa utilização da Língua Materna – escrita e falada; pois, no processo ensino / aprendizagem em Matemática, a Língua Materna apresenta-se como uma ferramenta pedagógica imprescindível, ocupando papel decisivo.
Quando falamos em disciplinas nas escolas temos que fazer os alunos entenderem que o fato das disciplinas serem separadas, é porque separar os assuntos por disciplinas é a maneira de a escola organizar o conteúdo. Isso não quer dizer que elas devem “seguir separadas e que são opostas uma a outra”. Mas há o problema de não haver diálogo entre as disciplinas. Não só entre a matemática e o português, mas entre todas as disciplinas. Se elas conversassem mais daria para colocar uma ao lado da outra, uma completando a outra, e não sendo colocada contra a outra.













sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Plano de Aula: Dança: Linguagem do corpo




1 - Título: Dança: Linguagem do corpo

2 - Objetivos:
  • Conhecer algumas danças da nossa e de outras culturas;
  • Valorizar e aprender a se expressar por meio dessa linguagem;
  • Interpretar uma dança: encontrar maneiras de dançar;
  • Improvisar: experimentar as possibilidades de criação dos movimentos;
  • Compor uma dança: escolher os movimentos e organizar em sequências
3) Público alvo: Ensino Fundamental Inicial – 2° Ano

4) Tempo estimado: 4 aulas com duração de 50 minutos cada uma

5) Material:

  • Vídeos (Vários estilos de danças)
  • Balões (bexigas)
  • Elástico,
  • Lençol ou toalha,
  • Caixa de som,
  • Músicas de diferentes ritmos.
6) Desenvolvimento:

1º MOMENTO – Levantamento dos conhecimentos dos alunos.
  • O que é dança?
  • Quem gosta de dançar?
  • Quais danças vocês conhecem?
  • Quem já dançou na escola? Qual foi a dança? Por que?
  • Quem conhece alguma dança de outro lugar? Qual?
  • Por que as pessoas dançam?
  • Onde a dança acontece (espaço)?
  • O que é preciso para dançar?
  • Como se aprende a dançar?
Deixe que as crianças falem acerca do que conhecem, peça que mostrem alguns passos.

2º MOMENTO – Apreciação de danças brasileiras e de outras culturas.
  • Apresente alguns vídeos das danças realizadas no Brasil e em outros países, contextualizando-as (nomes e origens): Forró, Tango, Frevo, Hip-hop, Balé Araruna, Bumba meu boi, Chinesa.
    Observação: Se faz necessário que o professor assista aos vídeos antes de exibi-los aos alunos, como também se informar acerca das origens das danças.
  • Para a apreciação das danças orientar os alunos dizendo: Prestem atenção quem são as pessoas que dançam, onde dançam e como dançam.
  • Ao término dos vídeos, peça para que expressem suas observações, impressões, sentimentos, lembranças e valores.
  • Em seguida, solicite o registro (desenho e escrita) das danças.
  • Depois, organize-os em um grande círculo e solicite que mostrem alguns dos movimentos realizados pelos dançarinos do vídeo de dança: balé ou outros.
3º MOMENTO – Construindo movimentos para dançar.
  • Proponha aos alunos que experimentam dançar ao som de algumas músicas utilizando alguns elementos como:
  • Bola: Distribua balões aos alunos, solicitando que os encham e que os insiram na dança. Colocar vários estilos de músicas (lento, eletrônico, gospel, etc.).
  • Dê alguns comandos como:
  1. Cada aluno deverá ser responsável por sua bola;
  2. Jogue-a para cima;
  3. Mantenha a bola no espaço, sem deixar que a mesma caía no chão;
  4. Agora, todos são responsáveis por todas as bolas, sendo que nenhuma bola deve cair no chão;
  5. Lembrando que é uma dança e que o aluno deve movimentar o corpo ao ritmo da música.
  6. Agora, em duplas, os alunos deverão ficar apenas com uma bola, segurando-a entre os corpos: cabeças, ombros, barrigas, costas e bumbuns.
    Elástico O professor deverá providenciar uns 10 metros de elástico e amarrar as pontas. Depois, deverá propor que as crianças dancem utilizando o elástico, sendo que todos devem ficar conectados a ele. Durante a dança o professor poderá comandar:
  1. Dancem com o elástico no nível alto (em cima), nível médio, nível baixo (agachados);
  2. Segurem o elástico com os braços, as pernas, pés, cabeças.
    Lençol – O professor deverá providenciar um lençol ou uma toalha e propor que as crianças dancem utilizando o pano. Todos devem ficar embaixo do lençol; 1.Segurem nas pontas,
    2.Somente alguns entram embaixo do pano,
    3.Não percam o contato com o pano,
    4.Não saíam do ritmo da música.
    Durante esses momentos, solicite que as crianças dancem explorando todo o espaço da sala, atentando para o ritmo da música e realizando movimentos alternados de braços, pernas, cabeça, ombro e quadril individualmente, em duplas ou trios.
4º MOMENTO – Composição de uma dança.
  • Converse com os alunos sobre quais movimentos gostaram de realizar enquanto dançavam.
  • Organize-os em duplas e solicite que criem e mostrem para os colegas um movimento que pode ser usado para dançar.
  • Após todos terem realizado essa atividade, escolham alguns movimentos para compor uma dança.
  • Peça para que realizem esses movimentos em uma sequência e depois façam os registros dos mesmos através de desenhos.
    Ensaiem a coreografia durante alguns dias.
  • Combinem o cenário, o figurino e o dia da apresentação.
  • Peça aos alunos que elaborem um convite para os alunos da escola assistirem ao espetáculo. Oriente a produção do mesmo:
  1. O que apresentarão?
  2. Local;
  3. Data;
  4. Horário.
    5º MOMENTO – Apresentação do espetáculo.
  • Ao término da apresentação, avalie com os alunos. Se possível filmar o espetáculo e assistir com eles. Dessa forma, eles poderão se ver e comentar a respeito da dança que construíram.
    Avaliação: Durante a realização das atividades o professor deverá observar nos alunos:
  • Conhecimento de algumas danças da nossa e de outras culturas;
  • Valorizaram e se expressaram por meio dessa linguagem;
  • Interpretaram uma dança: encontra maneiras de dançar;
  • Improvisaram e experimentaram as possibilidades de criação dos movimentos;
  • Participaram da composição de uma dança.