quarta-feira, 27 de abril de 2016

Pedagogia Empresarial





Nos tempos atuais, com a globalização, as empresas voltam suas atenções para um mercado cada vez mais competitivo; surgindo assim novas dificuldades com relação à formação do profissional qualificado, onde o comportamento humano deve ser conduzido em direção a um objetivo determinado. No sistema global das organizações, uma das maiores dificuldades é a gestão de pessoas e controle da aprendizagem continuada que possibilite o desenvolvimento e sobrevivência da empresa num cenário tão competitivo.
A empresa precisa ser um espaço não apenas de trabalhos repetitivos ou sequenciais, mas um lugar onde possa permitir ao colaborador uma aprendizagem continuada, sistematizada, organizada, e criativa, onde esse profissional possa crescer e assim levar a empresa a progredir com seus produtos e serviços. As pessoas necessitam desenvolver habilidades e melhorar seu desempenho, possibilitando assim novas responsabilidades e principalmente proporcionar satisfação pessoal. Para que tudo isso seja o ideal para o progresso de qualquer atividade lucrativa, o Pedagogo contribui de maneira decisiva e eficaz neste processo.
A Pedagogia, como ciência e arte da Educação, se envolve neste novo cenário dentro das organizações. Dessa forma o Pedagogo é o profissional que sabe organizar, programar e dinamizar recursos de aprendizagens, articulados com as necessidades de cada profissional de sua organização, pois este é o profissional com formação adequada para desenvolver projetos de qualificação e reeducação; sendo denominado de “Pedagogo Empresarial”.
O Pedagogo Empresarial, pode ter o foco de seus conhecimentos direcionado de duas formas: no funcionário ou no produto da empresa. No primeiro caso sua atenção e responsabilidade ficam focadas na criação de projetos educacionais que possam facilitar e viabilizar o aprendizado de cada funcionário na organização, estas atividades estão relacionadas ao departamento de recursos humanos, onde o Pedagogo poderá verificar quais as necessidades de aprimoramento de cada setor e departamento dentro da empresa, aplicando método pedagógico e adequando-o para a performance.
Já no segundo caso o Pedagogo atuará em empresas que trabalham exclusivamente com educação, como editoras, sites e organizações não governamentais (ONGS), podendo assim com seu potencial de conhecimento chegar a ser um consultor nesta vasta área de negócios.
As empresas passaram a se preocupar não só com treinamento, mas com educação também. Reconhecendo que a Pedagogia aumenta a eficácia desse treinamento e, com certeza, levará os negócios da empresa ao sucesso.
Assim sendo o Pedagogo pode ser requisitado pelas empresas e proporcionar a elas qualidade de trabalho, produtividade, desenvolvimento, informação, comunicação dentro das práticas educativas.
O Pedagogo Empresarial surge como um alicerce para atender as organizações em todo o contexto onde há necessidade da formação humana.


Referência:
CAGLIARI, D. O Pedagogo Empresarial e a Atuação na Empresa. 2009. Disponível em : <http://falandodeeducacaogeral.blogspot.com/2009/10/pedagogia-empresarial.html>. Acesso em 27 de abril 2016.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Linguagem Matemática e a Língua Materna





Enquanto disciplinas, Matemática e Língua Materna parecem ser o oposto uma da outra, para muitas pessoas quem gosta de matemática não gosta de estudar a língua materna, e assim vice versa, ou seja, esses saberes parecem tomar direções contrárias, contudo é possível afirmar que, ao longo do caminho do ensino, se relacionam de algum modo.
No conjunto das disciplinas escolares, a imagem social da Matemática é a pior possível, visto como um conhecimento essencialmente técnico, destinado à compreensão de poucos. Temos novamente mais uma dicotomia Matemática x Língua Materna no ambiente escolar, já que não se ouve falar de uma ‘fobia às letras’ ou a Língua Materna. Normalmente a Matemática é vista como algo perfeito, frio, inatingível; diferente da Língua Materna que constitui um saber familiar, acessível, transformado e reinventado por seus usuários. Então começa haver dentro da escola, uma divisão dos pólos do saber, generais na batalha humanas x exatas.
Essa relação acaba por dificultar o mais imediato objetivo da educação entendendo Matemática e Língua Materna como faces da mesma moeda: o conhecimento. Podemos citar como exemplo a leitura enquanto meio necessário em situações de aprendizagem, capaz de gerar novas compreensões e assim, conhecimento. Podemos considerar que, se o aluno tivesse mais fluência na leitura na Língua Materna, consequentemente seria melhor leitor nas aulas de matemática, facilitando a compreensão e, portanto, a aprendizagem. Sob esse aspecto, a leitura deve ser trabalhada como meio de buscar informações, aprender e, posteriormente, exprimir suas opiniões. Dessa forma, fica explícita a necessidade do trabalho com atividades que valorizem a leitura nas aulas de matemática.
É através do uso da Língua Materna que somos capazes de receber e processar informações matemáticas, bem como, esclarecer dúvidas, comunicar nossos resultados e propor soluções. Por um lado a língua materna é aquela na qual são lidos os enunciados, são feitos os comentários e a qual permite interpretar o que se o ouve ou o que se lê. Desse modo, depara-se com uma didática da Matemática envolvida com a Língua Materna.
Somos então surpreendidos por um processo educacional que necessita não somente de um profundo conhecimento matemático, mas que exige, também, uma rigorosa utilização da Língua Materna – escrita e falada; pois, no processo ensino / aprendizagem em Matemática, a Língua Materna apresenta-se como uma ferramenta pedagógica imprescindível, ocupando papel decisivo.
Quando falamos em disciplinas nas escolas temos que fazer os alunos entenderem que o fato das disciplinas serem separadas, é porque separar os assuntos por disciplinas é a maneira de a escola organizar o conteúdo. Isso não quer dizer que elas devem “seguir separadas e que são opostas uma a outra”. Mas há o problema de não haver diálogo entre as disciplinas. Não só entre a matemática e o português, mas entre todas as disciplinas. Se elas conversassem mais daria para colocar uma ao lado da outra, uma completando a outra, e não sendo colocada contra a outra.













sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Plano de Aula: Dança: Linguagem do corpo




1 - Título: Dança: Linguagem do corpo

2 - Objetivos:
  • Conhecer algumas danças da nossa e de outras culturas;
  • Valorizar e aprender a se expressar por meio dessa linguagem;
  • Interpretar uma dança: encontrar maneiras de dançar;
  • Improvisar: experimentar as possibilidades de criação dos movimentos;
  • Compor uma dança: escolher os movimentos e organizar em sequências
3) Público alvo: Ensino Fundamental Inicial – 2° Ano

4) Tempo estimado: 4 aulas com duração de 50 minutos cada uma

5) Material:

  • Vídeos (Vários estilos de danças)
  • Balões (bexigas)
  • Elástico,
  • Lençol ou toalha,
  • Caixa de som,
  • Músicas de diferentes ritmos.
6) Desenvolvimento:

1º MOMENTO – Levantamento dos conhecimentos dos alunos.
  • O que é dança?
  • Quem gosta de dançar?
  • Quais danças vocês conhecem?
  • Quem já dançou na escola? Qual foi a dança? Por que?
  • Quem conhece alguma dança de outro lugar? Qual?
  • Por que as pessoas dançam?
  • Onde a dança acontece (espaço)?
  • O que é preciso para dançar?
  • Como se aprende a dançar?
Deixe que as crianças falem acerca do que conhecem, peça que mostrem alguns passos.

2º MOMENTO – Apreciação de danças brasileiras e de outras culturas.
  • Apresente alguns vídeos das danças realizadas no Brasil e em outros países, contextualizando-as (nomes e origens): Forró, Tango, Frevo, Hip-hop, Balé Araruna, Bumba meu boi, Chinesa.
    Observação: Se faz necessário que o professor assista aos vídeos antes de exibi-los aos alunos, como também se informar acerca das origens das danças.
  • Para a apreciação das danças orientar os alunos dizendo: Prestem atenção quem são as pessoas que dançam, onde dançam e como dançam.
  • Ao término dos vídeos, peça para que expressem suas observações, impressões, sentimentos, lembranças e valores.
  • Em seguida, solicite o registro (desenho e escrita) das danças.
  • Depois, organize-os em um grande círculo e solicite que mostrem alguns dos movimentos realizados pelos dançarinos do vídeo de dança: balé ou outros.
3º MOMENTO – Construindo movimentos para dançar.
  • Proponha aos alunos que experimentam dançar ao som de algumas músicas utilizando alguns elementos como:
  • Bola: Distribua balões aos alunos, solicitando que os encham e que os insiram na dança. Colocar vários estilos de músicas (lento, eletrônico, gospel, etc.).
  • Dê alguns comandos como:
  1. Cada aluno deverá ser responsável por sua bola;
  2. Jogue-a para cima;
  3. Mantenha a bola no espaço, sem deixar que a mesma caía no chão;
  4. Agora, todos são responsáveis por todas as bolas, sendo que nenhuma bola deve cair no chão;
  5. Lembrando que é uma dança e que o aluno deve movimentar o corpo ao ritmo da música.
  6. Agora, em duplas, os alunos deverão ficar apenas com uma bola, segurando-a entre os corpos: cabeças, ombros, barrigas, costas e bumbuns.
    Elástico O professor deverá providenciar uns 10 metros de elástico e amarrar as pontas. Depois, deverá propor que as crianças dancem utilizando o elástico, sendo que todos devem ficar conectados a ele. Durante a dança o professor poderá comandar:
  1. Dancem com o elástico no nível alto (em cima), nível médio, nível baixo (agachados);
  2. Segurem o elástico com os braços, as pernas, pés, cabeças.
    Lençol – O professor deverá providenciar um lençol ou uma toalha e propor que as crianças dancem utilizando o pano. Todos devem ficar embaixo do lençol; 1.Segurem nas pontas,
    2.Somente alguns entram embaixo do pano,
    3.Não percam o contato com o pano,
    4.Não saíam do ritmo da música.
    Durante esses momentos, solicite que as crianças dancem explorando todo o espaço da sala, atentando para o ritmo da música e realizando movimentos alternados de braços, pernas, cabeça, ombro e quadril individualmente, em duplas ou trios.
4º MOMENTO – Composição de uma dança.
  • Converse com os alunos sobre quais movimentos gostaram de realizar enquanto dançavam.
  • Organize-os em duplas e solicite que criem e mostrem para os colegas um movimento que pode ser usado para dançar.
  • Após todos terem realizado essa atividade, escolham alguns movimentos para compor uma dança.
  • Peça para que realizem esses movimentos em uma sequência e depois façam os registros dos mesmos através de desenhos.
    Ensaiem a coreografia durante alguns dias.
  • Combinem o cenário, o figurino e o dia da apresentação.
  • Peça aos alunos que elaborem um convite para os alunos da escola assistirem ao espetáculo. Oriente a produção do mesmo:
  1. O que apresentarão?
  2. Local;
  3. Data;
  4. Horário.
    5º MOMENTO – Apresentação do espetáculo.
  • Ao término da apresentação, avalie com os alunos. Se possível filmar o espetáculo e assistir com eles. Dessa forma, eles poderão se ver e comentar a respeito da dança que construíram.
    Avaliação: Durante a realização das atividades o professor deverá observar nos alunos:
  • Conhecimento de algumas danças da nossa e de outras culturas;
  • Valorizaram e se expressaram por meio dessa linguagem;
  • Interpretaram uma dança: encontra maneiras de dançar;
  • Improvisaram e experimentaram as possibilidades de criação dos movimentos;
  • Participaram da composição de uma dança.




quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Preconceito Linguístico

Mito nº 4
“As pessoas sem instrução falam tudo errado”.
Esse mito além de trazer um preconceito linguístico, vem acompanhado de um social, de que as pessoas de menor aquisição não sabem falar o português, não importa o quão letrado ele é, mas o fato de ser pobre vai fazer com que as pessoas olhem como se ele de nada soubesse. E tem mais, pode-se observar outro preconceito, o regional e este, está sempre sendo alimentado pela mídia que desmoraliza certa região, como acontece com os interiores do Nordeste.
Qualquer manifestação linguística que escape do triângulo escola-gramática-dicionário é considerado “errado”, levando em conta o preconceito linguístico.
Bagno explicou, o fenômeno da palatalização-som da pronúncia da região para região no Brasil e que muitas vezes é alvo de escárnios por pessoas que se julgam pertencer a um lugar superior. Para o autor, o que está em jogo não é a língua, mas a pessoa que fala essa língua e a região geográfica onde essa pessoa vive. Esse preconceito linguístico é embasado na crença de que existe uma única língua portuguesa digna.
História em quadrinhos:
Disponível em: http://www.pixton.com/br/comic-strip/fo40934n

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Educação Infantil - Plano de Aula

Plano de Aula


Local: 
Professora: Isabella Cristina Ribeiro da Mata
Turma: 5 anos

PLACAS DO COTIDIANO


Objetivo(s) 
- Conhecer a função da sinalização no dia a dia.
- Levantar hipóteses, confrontar ideias e buscar informações para interpretar símbolos.
Tempo estimado : Três meses. (Iniciar na semana do trânsito)
Material necessário 
Material para registro (lápis, canetinha, giz de cera, tesoura e cola), manuais de trânsito etc.
Desenvolvimento 
1ª etapa 
Inicie a atividade perguntando às crianças sobre as placas e os sinais encontrados em diversos locais. De quais elas se lembram? Onde viram? O que querem dizer? Faça um passeio com elas pela escola com a proposta de observar as sinalizações, pensando sobre o que acham que cada uma quer dizer. Peça que escolham uma para registrar, reproduzindo o desenho e indicando o significado.
2ª etapa 
Planeje com a turma um passeio pelo bairro para observar a sinalização. Durante a caminhada, questione os pequenos sobre o significado dos símbolos que encontram. Lembre-se de reservar momentos de paradas para que eles possam fazer registros. Ao voltar para a escola, sugira que os complementem com a ajuda das informações dos colegas e pendure as produções no mural da sala.
3ª etapa 
Proponha uma exposição das placas no mural e incentive a organização delas de acordo com o formato e a cor. Explique que essas variáveis são um indicativo da função. Leve material sobre o assunto, com imagens da sinalização com significados e categorização das funções - manuais de trânsito e o site trazem bons exemplos.
4ª etapa 
Lance a ideia de a turma criar placas que julguem importantes e necessárias para o bairro e para a escola. Comece levantando regras sugeridas pelas crianças e faça uma distinção entre as ideias divertidas e as de fato funcionais. Sugira que produzam sinalizações para a escola, traçando junto com elas um plano com etapas para a confecção dos sinais. Nesse processo, leve o grupo a conversar com funcionários e outras turmas da escola para colher sugestões de sinalizações úteis ao convívio. Use cartazes para elaborar as placas.
Avaliação 
Produto final 
Placas de sinalização.
Avalie se as crianças passaram a conhecer um número maior de placas, se sabem seu significado e se evoluíram na compreensão de como elas são feitas, que elementos utilizam e para que servem.



quinta-feira, 11 de junho de 2015

Pesquisando a realidade Brasileira

 Publicado em março de 2010





Publicado em Agosto de 2011







 Comentário após análise de algumas reportagens referente às metas do PNE:


O novo Plano Nacional de Educação (PNE) pode, em dez anos, universalizar a Educação Básica para crianças e jovens de 4 a 17 anos e alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade. Porém se o plano não sair do papel, vai se somar aos inúmeros projetos que enfeitam prateleiras com sonhos nunca concretizados. A nova edição do PNE parece ter ganho com os erros do passado, já que se encontra mais sucinto, contendo 20 metas (no anterior havia 295 metas), o que pode facilitar a sua execução e também fiscalização. Tal fato também permite com que ele seja discutido nas escolas, aumentando as chances de seus objetivos serem, de fato, compreendidos e também alcançados. Uma análise detalhada mostra que muitas  metas são bastante ambiciosas e que os desafios para cumpri-las serão enormes, mas devemos entender que essas metas são importantes para o país e analisamos quanto precisaremos avançar para, por exemplo, universalizar a educação pré-escolar e o Ensino Médio. Ou para alfabetizar todas as crianças até os oito anos de idade, expandir as escolas em tempo integral e melhorar o nível de aprendizado dos alunos.
Analisando a primeira meta do plano, que se refere à universalização do atendimento de crianças de 4 e 5 anos em escolas de educação infantil: pensamos então, teremos condições, de fato, de colocar todas as crianças brasileiras dessa faixa etária em escolas até 2016? Considerando que já estamos no ano de 2015.
Percebemos que foi, e está sendo um grande desafio quantitativo (podemos reconhecer que houve realmente o aumento da quantidade de construção de creches e CEMEIS nos últimos anos) mas há a  necessidade de definir um padrão nacional de qualidade, que torne o atendimento a todas as crianças brasileiras mais igualitário e equilibrado. Os dados disponíveis sobre a qualidade das nossas escolas de educação infantil mostram que temos ainda um longo caminho a percorrer. Quer dizer, não basta construir escolas infantis se não existirem recursos para mantê-las, nem um padrão de qualidade nacional definido que chegue a todos os municípios e todas as crianças do país.
A meta 2 - Universalizar o Ensino Fundamental de 9 anos para toda a população de 6 a 14 anos e garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE. Diante disso devemos observar a realidade, em que pouco mais da metade dos alunos no ensino fundamental concluem a escola até os 16 anos. Devemos perguntar: e o restante dos alunos, o que acontece? O que ocasiona a não permanência das crianças e dos jovens na escola? Para que essa meta de fato seja alcançada, essas perguntas devem ser respondidas. Será necessária a articulação entre as diferentes áreas educacionais, o currículo deve ter uma base comum, deve haver grupos de apoio aos alunos com dificuldades ao longo do ano escolar e não somente nos períodos de recuperação de notas, investir na formação continuada dos professores em contexto de trabalho para que mudem a relação dos alunos com o conhecimento, essas são algumas  medidas que podem trazer diferenças nos resultados desta meta.
Queremos que o PNE, não seja apenas uma declaração de intenções com poucas implicações práticas nas políticas implantadas – como é nossa tradição em planos educacionais.
Mais uma vez lembrando que já estamos no ano de 2015, e falta pouco tempo para as metas serem cumpridas.

Referências:

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/conheca+a+avaliacao+das+20+metas+do+plano+nacional+da+educacao/n1237877255719.html
Acesso em: 01/06/15

http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/novo-pne-muitas-emendas-podem-piorar-soneto-639756.shtml?page=0  Acesso em 01/06/15

http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/legislacao/pne-plano-nacional-de-educacao-537431.shtml Acesso em 01/06/15