sexta-feira, 27 de maio de 2016

Planejamento Educacional

  

Para uma aula de Planejamento educacional nada melhor do que uma aula bem planejada. Foi isso que ficou marcado na aula do dia 30 de abril, tanto os slides elaborados pela Professora Gláucia Soares Barbosa onde nos mostrou de forma sucinta e clara todo o conteúdo que seria trabalhado durante toda a disciplina, bem como as explicações da Professora Maria de Lourdes, que desde o primeiro momento deixou bem claro a importância de se planejar “não planejar é perder tempo e perder dinheiro”, com essa frase a professora já causou aquele impacto e despertou o interesse de toda a turma.
Nesta aula compreendemos que o planejamento educacional é de fundamental importância para que se atinja êxito no processo de ensino-aprendizagem.
Planejamento de aula, planejamento de ensino e o planejar um projeto onde o “conhecimento é visto como um processo global, construído numa relação entre os aspectos cognitivos, emocionais, sociais, através do qual o aluno aprende a fazer fazendo”.
Falar em projetos sempre deixa nós estudantes meio assustados, mas a professora Maria de Lourdes nos mostrou como é criar esse projeto, através de situações que surgem dentro da própria sala de aula por meio de curiosidades, perguntas das crianças sobre assuntos propostos pelo professor ou pelas próprias crianças. Dessa forma passamos a enxergar o Projeto a ser trabalhado em sala de aula como algo estimulante tanto para o professor como para os alunos, e na verdade não há nada de assustador em se colocar em prática um projeto em sala de aula.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Pedagogia Empresarial





Nos tempos atuais, com a globalização, as empresas voltam suas atenções para um mercado cada vez mais competitivo; surgindo assim novas dificuldades com relação à formação do profissional qualificado, onde o comportamento humano deve ser conduzido em direção a um objetivo determinado. No sistema global das organizações, uma das maiores dificuldades é a gestão de pessoas e controle da aprendizagem continuada que possibilite o desenvolvimento e sobrevivência da empresa num cenário tão competitivo.
A empresa precisa ser um espaço não apenas de trabalhos repetitivos ou sequenciais, mas um lugar onde possa permitir ao colaborador uma aprendizagem continuada, sistematizada, organizada, e criativa, onde esse profissional possa crescer e assim levar a empresa a progredir com seus produtos e serviços. As pessoas necessitam desenvolver habilidades e melhorar seu desempenho, possibilitando assim novas responsabilidades e principalmente proporcionar satisfação pessoal. Para que tudo isso seja o ideal para o progresso de qualquer atividade lucrativa, o Pedagogo contribui de maneira decisiva e eficaz neste processo.
A Pedagogia, como ciência e arte da Educação, se envolve neste novo cenário dentro das organizações. Dessa forma o Pedagogo é o profissional que sabe organizar, programar e dinamizar recursos de aprendizagens, articulados com as necessidades de cada profissional de sua organização, pois este é o profissional com formação adequada para desenvolver projetos de qualificação e reeducação; sendo denominado de “Pedagogo Empresarial”.
O Pedagogo Empresarial, pode ter o foco de seus conhecimentos direcionado de duas formas: no funcionário ou no produto da empresa. No primeiro caso sua atenção e responsabilidade ficam focadas na criação de projetos educacionais que possam facilitar e viabilizar o aprendizado de cada funcionário na organização, estas atividades estão relacionadas ao departamento de recursos humanos, onde o Pedagogo poderá verificar quais as necessidades de aprimoramento de cada setor e departamento dentro da empresa, aplicando método pedagógico e adequando-o para a performance.
Já no segundo caso o Pedagogo atuará em empresas que trabalham exclusivamente com educação, como editoras, sites e organizações não governamentais (ONGS), podendo assim com seu potencial de conhecimento chegar a ser um consultor nesta vasta área de negócios.
As empresas passaram a se preocupar não só com treinamento, mas com educação também. Reconhecendo que a Pedagogia aumenta a eficácia desse treinamento e, com certeza, levará os negócios da empresa ao sucesso.
Assim sendo o Pedagogo pode ser requisitado pelas empresas e proporcionar a elas qualidade de trabalho, produtividade, desenvolvimento, informação, comunicação dentro das práticas educativas.
O Pedagogo Empresarial surge como um alicerce para atender as organizações em todo o contexto onde há necessidade da formação humana.


Referência:
CAGLIARI, D. O Pedagogo Empresarial e a Atuação na Empresa. 2009. Disponível em : <http://falandodeeducacaogeral.blogspot.com/2009/10/pedagogia-empresarial.html>. Acesso em 27 de abril 2016.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Linguagem Matemática e a Língua Materna





Enquanto disciplinas, Matemática e Língua Materna parecem ser o oposto uma da outra, para muitas pessoas quem gosta de matemática não gosta de estudar a língua materna, e assim vice versa, ou seja, esses saberes parecem tomar direções contrárias, contudo é possível afirmar que, ao longo do caminho do ensino, se relacionam de algum modo.
No conjunto das disciplinas escolares, a imagem social da Matemática é a pior possível, visto como um conhecimento essencialmente técnico, destinado à compreensão de poucos. Temos novamente mais uma dicotomia Matemática x Língua Materna no ambiente escolar, já que não se ouve falar de uma ‘fobia às letras’ ou a Língua Materna. Normalmente a Matemática é vista como algo perfeito, frio, inatingível; diferente da Língua Materna que constitui um saber familiar, acessível, transformado e reinventado por seus usuários. Então começa haver dentro da escola, uma divisão dos pólos do saber, generais na batalha humanas x exatas.
Essa relação acaba por dificultar o mais imediato objetivo da educação entendendo Matemática e Língua Materna como faces da mesma moeda: o conhecimento. Podemos citar como exemplo a leitura enquanto meio necessário em situações de aprendizagem, capaz de gerar novas compreensões e assim, conhecimento. Podemos considerar que, se o aluno tivesse mais fluência na leitura na Língua Materna, consequentemente seria melhor leitor nas aulas de matemática, facilitando a compreensão e, portanto, a aprendizagem. Sob esse aspecto, a leitura deve ser trabalhada como meio de buscar informações, aprender e, posteriormente, exprimir suas opiniões. Dessa forma, fica explícita a necessidade do trabalho com atividades que valorizem a leitura nas aulas de matemática.
É através do uso da Língua Materna que somos capazes de receber e processar informações matemáticas, bem como, esclarecer dúvidas, comunicar nossos resultados e propor soluções. Por um lado a língua materna é aquela na qual são lidos os enunciados, são feitos os comentários e a qual permite interpretar o que se o ouve ou o que se lê. Desse modo, depara-se com uma didática da Matemática envolvida com a Língua Materna.
Somos então surpreendidos por um processo educacional que necessita não somente de um profundo conhecimento matemático, mas que exige, também, uma rigorosa utilização da Língua Materna – escrita e falada; pois, no processo ensino / aprendizagem em Matemática, a Língua Materna apresenta-se como uma ferramenta pedagógica imprescindível, ocupando papel decisivo.
Quando falamos em disciplinas nas escolas temos que fazer os alunos entenderem que o fato das disciplinas serem separadas, é porque separar os assuntos por disciplinas é a maneira de a escola organizar o conteúdo. Isso não quer dizer que elas devem “seguir separadas e que são opostas uma a outra”. Mas há o problema de não haver diálogo entre as disciplinas. Não só entre a matemática e o português, mas entre todas as disciplinas. Se elas conversassem mais daria para colocar uma ao lado da outra, uma completando a outra, e não sendo colocada contra a outra.













sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Plano de Aula: Dança: Linguagem do corpo




1 - Título: Dança: Linguagem do corpo

2 - Objetivos:
  • Conhecer algumas danças da nossa e de outras culturas;
  • Valorizar e aprender a se expressar por meio dessa linguagem;
  • Interpretar uma dança: encontrar maneiras de dançar;
  • Improvisar: experimentar as possibilidades de criação dos movimentos;
  • Compor uma dança: escolher os movimentos e organizar em sequências
3) Público alvo: Ensino Fundamental Inicial – 2° Ano

4) Tempo estimado: 4 aulas com duração de 50 minutos cada uma

5) Material:

  • Vídeos (Vários estilos de danças)
  • Balões (bexigas)
  • Elástico,
  • Lençol ou toalha,
  • Caixa de som,
  • Músicas de diferentes ritmos.
6) Desenvolvimento:

1º MOMENTO – Levantamento dos conhecimentos dos alunos.
  • O que é dança?
  • Quem gosta de dançar?
  • Quais danças vocês conhecem?
  • Quem já dançou na escola? Qual foi a dança? Por que?
  • Quem conhece alguma dança de outro lugar? Qual?
  • Por que as pessoas dançam?
  • Onde a dança acontece (espaço)?
  • O que é preciso para dançar?
  • Como se aprende a dançar?
Deixe que as crianças falem acerca do que conhecem, peça que mostrem alguns passos.

2º MOMENTO – Apreciação de danças brasileiras e de outras culturas.
  • Apresente alguns vídeos das danças realizadas no Brasil e em outros países, contextualizando-as (nomes e origens): Forró, Tango, Frevo, Hip-hop, Balé Araruna, Bumba meu boi, Chinesa.
    Observação: Se faz necessário que o professor assista aos vídeos antes de exibi-los aos alunos, como também se informar acerca das origens das danças.
  • Para a apreciação das danças orientar os alunos dizendo: Prestem atenção quem são as pessoas que dançam, onde dançam e como dançam.
  • Ao término dos vídeos, peça para que expressem suas observações, impressões, sentimentos, lembranças e valores.
  • Em seguida, solicite o registro (desenho e escrita) das danças.
  • Depois, organize-os em um grande círculo e solicite que mostrem alguns dos movimentos realizados pelos dançarinos do vídeo de dança: balé ou outros.
3º MOMENTO – Construindo movimentos para dançar.
  • Proponha aos alunos que experimentam dançar ao som de algumas músicas utilizando alguns elementos como:
  • Bola: Distribua balões aos alunos, solicitando que os encham e que os insiram na dança. Colocar vários estilos de músicas (lento, eletrônico, gospel, etc.).
  • Dê alguns comandos como:
  1. Cada aluno deverá ser responsável por sua bola;
  2. Jogue-a para cima;
  3. Mantenha a bola no espaço, sem deixar que a mesma caía no chão;
  4. Agora, todos são responsáveis por todas as bolas, sendo que nenhuma bola deve cair no chão;
  5. Lembrando que é uma dança e que o aluno deve movimentar o corpo ao ritmo da música.
  6. Agora, em duplas, os alunos deverão ficar apenas com uma bola, segurando-a entre os corpos: cabeças, ombros, barrigas, costas e bumbuns.
    Elástico O professor deverá providenciar uns 10 metros de elástico e amarrar as pontas. Depois, deverá propor que as crianças dancem utilizando o elástico, sendo que todos devem ficar conectados a ele. Durante a dança o professor poderá comandar:
  1. Dancem com o elástico no nível alto (em cima), nível médio, nível baixo (agachados);
  2. Segurem o elástico com os braços, as pernas, pés, cabeças.
    Lençol – O professor deverá providenciar um lençol ou uma toalha e propor que as crianças dancem utilizando o pano. Todos devem ficar embaixo do lençol; 1.Segurem nas pontas,
    2.Somente alguns entram embaixo do pano,
    3.Não percam o contato com o pano,
    4.Não saíam do ritmo da música.
    Durante esses momentos, solicite que as crianças dancem explorando todo o espaço da sala, atentando para o ritmo da música e realizando movimentos alternados de braços, pernas, cabeça, ombro e quadril individualmente, em duplas ou trios.
4º MOMENTO – Composição de uma dança.
  • Converse com os alunos sobre quais movimentos gostaram de realizar enquanto dançavam.
  • Organize-os em duplas e solicite que criem e mostrem para os colegas um movimento que pode ser usado para dançar.
  • Após todos terem realizado essa atividade, escolham alguns movimentos para compor uma dança.
  • Peça para que realizem esses movimentos em uma sequência e depois façam os registros dos mesmos através de desenhos.
    Ensaiem a coreografia durante alguns dias.
  • Combinem o cenário, o figurino e o dia da apresentação.
  • Peça aos alunos que elaborem um convite para os alunos da escola assistirem ao espetáculo. Oriente a produção do mesmo:
  1. O que apresentarão?
  2. Local;
  3. Data;
  4. Horário.
    5º MOMENTO – Apresentação do espetáculo.
  • Ao término da apresentação, avalie com os alunos. Se possível filmar o espetáculo e assistir com eles. Dessa forma, eles poderão se ver e comentar a respeito da dança que construíram.
    Avaliação: Durante a realização das atividades o professor deverá observar nos alunos:
  • Conhecimento de algumas danças da nossa e de outras culturas;
  • Valorizaram e se expressaram por meio dessa linguagem;
  • Interpretaram uma dança: encontra maneiras de dançar;
  • Improvisaram e experimentaram as possibilidades de criação dos movimentos;
  • Participaram da composição de uma dança.




quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Preconceito Linguístico

Mito nº 4
“As pessoas sem instrução falam tudo errado”.
Esse mito além de trazer um preconceito linguístico, vem acompanhado de um social, de que as pessoas de menor aquisição não sabem falar o português, não importa o quão letrado ele é, mas o fato de ser pobre vai fazer com que as pessoas olhem como se ele de nada soubesse. E tem mais, pode-se observar outro preconceito, o regional e este, está sempre sendo alimentado pela mídia que desmoraliza certa região, como acontece com os interiores do Nordeste.
Qualquer manifestação linguística que escape do triângulo escola-gramática-dicionário é considerado “errado”, levando em conta o preconceito linguístico.
Bagno explicou, o fenômeno da palatalização-som da pronúncia da região para região no Brasil e que muitas vezes é alvo de escárnios por pessoas que se julgam pertencer a um lugar superior. Para o autor, o que está em jogo não é a língua, mas a pessoa que fala essa língua e a região geográfica onde essa pessoa vive. Esse preconceito linguístico é embasado na crença de que existe uma única língua portuguesa digna.
História em quadrinhos:
Disponível em: http://www.pixton.com/br/comic-strip/fo40934n

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Educação Infantil - Plano de Aula

Plano de Aula


Local: 
Professora: Isabella Cristina Ribeiro da Mata
Turma: 5 anos

PLACAS DO COTIDIANO


Objetivo(s) 
- Conhecer a função da sinalização no dia a dia.
- Levantar hipóteses, confrontar ideias e buscar informações para interpretar símbolos.
Tempo estimado : Três meses. (Iniciar na semana do trânsito)
Material necessário 
Material para registro (lápis, canetinha, giz de cera, tesoura e cola), manuais de trânsito etc.
Desenvolvimento 
1ª etapa 
Inicie a atividade perguntando às crianças sobre as placas e os sinais encontrados em diversos locais. De quais elas se lembram? Onde viram? O que querem dizer? Faça um passeio com elas pela escola com a proposta de observar as sinalizações, pensando sobre o que acham que cada uma quer dizer. Peça que escolham uma para registrar, reproduzindo o desenho e indicando o significado.
2ª etapa 
Planeje com a turma um passeio pelo bairro para observar a sinalização. Durante a caminhada, questione os pequenos sobre o significado dos símbolos que encontram. Lembre-se de reservar momentos de paradas para que eles possam fazer registros. Ao voltar para a escola, sugira que os complementem com a ajuda das informações dos colegas e pendure as produções no mural da sala.
3ª etapa 
Proponha uma exposição das placas no mural e incentive a organização delas de acordo com o formato e a cor. Explique que essas variáveis são um indicativo da função. Leve material sobre o assunto, com imagens da sinalização com significados e categorização das funções - manuais de trânsito e o site trazem bons exemplos.
4ª etapa 
Lance a ideia de a turma criar placas que julguem importantes e necessárias para o bairro e para a escola. Comece levantando regras sugeridas pelas crianças e faça uma distinção entre as ideias divertidas e as de fato funcionais. Sugira que produzam sinalizações para a escola, traçando junto com elas um plano com etapas para a confecção dos sinais. Nesse processo, leve o grupo a conversar com funcionários e outras turmas da escola para colher sugestões de sinalizações úteis ao convívio. Use cartazes para elaborar as placas.
Avaliação 
Produto final 
Placas de sinalização.
Avalie se as crianças passaram a conhecer um número maior de placas, se sabem seu significado e se evoluíram na compreensão de como elas são feitas, que elementos utilizam e para que servem.



quinta-feira, 11 de junho de 2015

Pesquisando a realidade Brasileira

 Publicado em março de 2010





Publicado em Agosto de 2011







 Comentário após análise de algumas reportagens referente às metas do PNE:


O novo Plano Nacional de Educação (PNE) pode, em dez anos, universalizar a Educação Básica para crianças e jovens de 4 a 17 anos e alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade. Porém se o plano não sair do papel, vai se somar aos inúmeros projetos que enfeitam prateleiras com sonhos nunca concretizados. A nova edição do PNE parece ter ganho com os erros do passado, já que se encontra mais sucinto, contendo 20 metas (no anterior havia 295 metas), o que pode facilitar a sua execução e também fiscalização. Tal fato também permite com que ele seja discutido nas escolas, aumentando as chances de seus objetivos serem, de fato, compreendidos e também alcançados. Uma análise detalhada mostra que muitas  metas são bastante ambiciosas e que os desafios para cumpri-las serão enormes, mas devemos entender que essas metas são importantes para o país e analisamos quanto precisaremos avançar para, por exemplo, universalizar a educação pré-escolar e o Ensino Médio. Ou para alfabetizar todas as crianças até os oito anos de idade, expandir as escolas em tempo integral e melhorar o nível de aprendizado dos alunos.
Analisando a primeira meta do plano, que se refere à universalização do atendimento de crianças de 4 e 5 anos em escolas de educação infantil: pensamos então, teremos condições, de fato, de colocar todas as crianças brasileiras dessa faixa etária em escolas até 2016? Considerando que já estamos no ano de 2015.
Percebemos que foi, e está sendo um grande desafio quantitativo (podemos reconhecer que houve realmente o aumento da quantidade de construção de creches e CEMEIS nos últimos anos) mas há a  necessidade de definir um padrão nacional de qualidade, que torne o atendimento a todas as crianças brasileiras mais igualitário e equilibrado. Os dados disponíveis sobre a qualidade das nossas escolas de educação infantil mostram que temos ainda um longo caminho a percorrer. Quer dizer, não basta construir escolas infantis se não existirem recursos para mantê-las, nem um padrão de qualidade nacional definido que chegue a todos os municípios e todas as crianças do país.
A meta 2 - Universalizar o Ensino Fundamental de 9 anos para toda a população de 6 a 14 anos e garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE. Diante disso devemos observar a realidade, em que pouco mais da metade dos alunos no ensino fundamental concluem a escola até os 16 anos. Devemos perguntar: e o restante dos alunos, o que acontece? O que ocasiona a não permanência das crianças e dos jovens na escola? Para que essa meta de fato seja alcançada, essas perguntas devem ser respondidas. Será necessária a articulação entre as diferentes áreas educacionais, o currículo deve ter uma base comum, deve haver grupos de apoio aos alunos com dificuldades ao longo do ano escolar e não somente nos períodos de recuperação de notas, investir na formação continuada dos professores em contexto de trabalho para que mudem a relação dos alunos com o conhecimento, essas são algumas  medidas que podem trazer diferenças nos resultados desta meta.
Queremos que o PNE, não seja apenas uma declaração de intenções com poucas implicações práticas nas políticas implantadas – como é nossa tradição em planos educacionais.
Mais uma vez lembrando que já estamos no ano de 2015, e falta pouco tempo para as metas serem cumpridas.

Referências:

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/conheca+a+avaliacao+das+20+metas+do+plano+nacional+da+educacao/n1237877255719.html
Acesso em: 01/06/15

http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/novo-pne-muitas-emendas-podem-piorar-soneto-639756.shtml?page=0  Acesso em 01/06/15

http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/legislacao/pne-plano-nacional-de-educacao-537431.shtml Acesso em 01/06/15